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DÚVIDAS

1. Qual a velocidade que eu consigo alcançar com a Banda Larga da Contato?

Você poderá utilizar os planos de banda larga da Contato Internet com planos que vão de 400Kbps até 20Mbit/s. As velocidades contratadas são as máximas possíveis do cliente até a Contato, podendo sofrer oscilações devido a fatores externos. Em um plano de 8Mbit/s, por exemplo, você terá velocidades de download até 1000Kbytes/s. Essa diferença ocorre pois o plano de acesso é medido em bits, e a velocidade de download é medida em Kbytes. Para maiores informações sobre o assunto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Byte.

2. Eu vou ficar conectado à Internet 24 horas?

Sim. A internet ficará disponível 24 horas por dia, com exceção para os usuários do serviço “Contato Express Noturno”, que atualmente não é mais comercializado.

3. Eu posso utilizar meu telefone fixo enquanto estiver na Internet?

Sim. Você pode usar seu telefone e navegar na Internet ao mesmo tempo, sem nenhuma interferência na conexão. Inclusive, com a banda larga da Contato você não precisa mais de sua antiga e cara linha telefônica, fornecemos para você um telefone fixo gratuito, você paga somente o consumo mensal no formato de créditos pré-pagos, com compromisso mensal de apenas R$ 14,90. Consulte maiores informações no site do serviço Contato Fone.

4. O que eu preciso para assinar a Contato Banda Larga?

Estar em uma área de cobertura da Contato Banda Larga e ter um computador com placa de rede, que geralmente já vem integrada ao computador.

5. Como eu faço para assinar a Contato Banda Larga?

Você pode solicitar a ativação do serviço clicando aqui, ou ligando para o telefone para (48) 3521-0400.

6. O serviço de Internet Banda Larga da Contato pode ser ligado em rede?

Sim. Nosso sistema é totalmente compatível com redes, não sendo necessária nenhuma alteração na estrutura já existente na casa ou empresa do assinante.

7. Além da mensalidade de acesso, ainda tem mais algum custo mensal?

Não. Para acessar com a Contato Banda Larga você só paga a mensalidade. Você estará isento de mensalidade de provedores, linha telefônica, etc. O custo é fixo, independente de quanto tempo você usar.

8. Qual o prazo de instalação?

Após a confirmação do pedido, a Contato Internet terá até 15 dias para efetuar a instalação. Mas nada impede de que seja instalado muito antes do final do prazo. O prazo também poderá ser afetado devido a condições climáticas.

9. Quais equipamentos serão instalados para disponibilizar minha conexão com a Internet?

Depende do local de instalação. Em condomínios é instalada uma antena no topo do prédio e o sinal é enviado via cabo para a placa de rede do computador do assinante. Em imóveis individuais ou empresas é instalada uma antena e uma placa de recepção no computador do cliente, ou, uma antena com rádio integrado, onde o sinal é enviado via cabo até o computador ou rede do assinante.

10. Tenho que pagar uma nova instalação caso mude de imóvel?

Não se trata de uma nova instalação, e sim do recolhimento do equipamento no local antigo, e reinstalação no novo endereço. A mudança de endereço estará sujeita a avaliação de disponibilidade de sinal no novo endereço.

11. Tenho que pagar uma nova taxa de instalação caso mude o computador de cômodo?

Não. Neste caso não é necessária uma nova taxa de instalação, porque possivelmente não será necessário alterar a posição dos equipamentos de recepção de sinal. Essa mudança deverá ser feita por um técnico de informática de confiança do assinante. Caso seja necessário alterações na posição dos equipamentos de recepção de sinal entre em contato com o nosso Suporte Técnico para avaliar sua solicitação.

12. Como vou saber se o meu bairro está na área de cobertura com disponibilidade de Contato Banda Larga?

Você pode nos consultar, entrando em contato pelo número (48) 3521-0400.

13. Se eu quiser mudar o plano da Contato Banda Larga, vou ter que pagar nova taxa de instalação?

Não. Somente será cobrado o valor de atualização de equipamentos em mudanças para planos que exijam equipamentos diferentes dos já instalados.

14. Como é feita a cobrança da mensalidade?

Você pode optar por débito automático em conta bancária, ou boleto bancário. O boleto é enviado via e-mail, para que você imprima (ou anote o código de barras) e pague nas agências bancárias, casas lotéricas ou na Contato Internet.

15. Em caso de falta de energia elétrica, o acesso continuará funcionando?

Sim. Desde que o computador do assinante e o equipamento de recepção de sinal estejam conectados a um no-break.

16. A Internet Banda Larga da Contato é segura?

Sim, o sistema é seguro. A rede é protegida por um eficiente sistema de firewall, e o usuário tem a disposição também o sistema de controle de acesso, que pode bloquear todo o conteúdo indesejado, e aumentar consideravelmente a segurança. Vale lembrar que o usuário NÃO deve modificar as configurações de rede de sua máquina, pois uma configuração errada pode facilitar invasões, assim como em qualquer outro sistema. Recomendamos também sempre ter um antivírus ativo e atualizado.

17. Quais as vantagens da Internet Banda larga da Contato em relação a outra tecnologias disponíveis atualmente?

- Não há a necessidade de instalar cabeamento, já que a conexão chega até o assinante sem fio, e pode também ser transmitida dentro da residência ou empresa sem fio;
- Não precisa de modem, pois o sinal é distribuído internamente (via rede) - apenas uma placa de rede (disponível em quase todas as placas-mãe) já é suficiente;
- Não precisa de provedor;
- Velocidades altíssimas de download e upload;

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31 julho 2017 | 13:53

Foucault sem Foucault

“Todo mundo sabe que um dos autores mais influentes na universidade brasileira é Michel Foucault”.

Araranguá | Por Olavo de Carvalho
Imagem ilustrativa: Pixabay.

Imagem ilustrativa: Pixabay.

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 24 de abril de 2015

“A alta cultura é a autoconsciência de uma sociedade. Ela contém as obras de arte, literatura, erudição e filosofia que estabelecem o quadro de referência compartilhado entre as pessoas cultas”.

A definição é de Roger Scruton. Basta lê-la para perceber que a coisa aí definida cessou de existir no Brasil há muito tempo.

O único “quadro de referência compartilhado” que ainda resta é a mídia popular, com seus chavões, seus erros gramaticais, seus cacoetes de pensamento repetidos semanalmente por articulistas semianalfabetos.

Fora disso, há apenas subculturas grupais que se ignoram mutuamente e cuja unidade interna provém menos de crenças e valores compartilhados que de interesses profissionais, financeiros ou políticos imediatos.

Há uma cultura de empresários e economistas, uma de evangélicos, uma de gays, uma de advogados, etc. Sobretudo há uma de militantes esquerdistas que lutam com todas as armas da chantagem, da intimidação e das propinas para torná-la hegemônica e assim fazem dela um Ersatz grotesco de alta cultura, a mais eficiente garantia de que não haverá alta cultura nenhuma.

Explica o próprio Scruton: “A alta cultura é uma conquista precária, e dura apenas se apoiada por um senso da tradição e pelo amplo endosso das normas sociais circundantes. Quando essas coisas evaporam, a alta cultura é substituída por uma cultura de falsificações. A falsificação depende em certa medida da cumplicidade entre o perpetrador e a vítima, que juntos conspiram para acreditar no que não acreditam e para sentir o que são incapazes de sentir”.

Esse parágrafo, que parece extraído diretamente das páginas da Ponerologia, em que o dr. Andrew Lobaczewsky descreve o ambiente de fingimento histérico que se espalha pela sociedade quando os psicopatas sobem ao poder, pode ser ilustrado por um fenômeno muito preciso e muito característico do Brasil de hoje.

Todo mundo sabe que um dos autores mais influentes na universidade brasileira é Michel Foucault. Foucault criou uma modalidade especial de marxismo que é praticamente a crença geral e oficial no nosso meio universitário, o qual, no entanto, não se limitou a absorvê-la, mas lhe deu uma inflexão muito peculiar, muito nacional.

Karl Marx inventou a teoria da ideologia, segundo a qual as ideias circulantes correspondem a interesses objetivos das classes sociais. Sem dúvida, algumas correspondem, mas Marx diz que todas são assim, que nada escapa à divisão do território mental entre a “ideologia proletária” e a “ideologia burguesa”.

Uma dificuldade temível, no entanto, rói essa teoria desde dentro: ou as ideias e crenças de um cidadão são determinadas pela sua posição de classe, ou, pertencendo a uma determinada classe, ele pode aderir à ideologia de outra, como aliás fez o próprio Karl Marx.

Para que esta última hipótese se realize e não seja uma mutação instantânea sem base racional, uma espécie de iluminação mística, tem de haver um território neutro desde o qual o indivíduo em transição examine as ideologias das classes em disputa e escolha livremente de que lado vai ficar.

Mas, se um indivíduo pode trocar livremente de ideologia, como Karl Marx indiscutivelmente trocou, é claro que a sua ideologia pessoal não é determinada pela da sua classe, e neste caso a expressão “ideologia de classe” se torna apenas uma figura de linguagem.

Isso é motivo mais que suficiente para abandonar de todo essa teoria ou no mínimo para só mencioná-la cum grano salis.

Mas Michel Foucault decidiu, em vez disso, radicalizá-la. Levada às suas últimas consequências, a teoria resulta no seguinte: diante de qualquer ideia ou afirmação, não interessa saber se ela é verdadeira ou falsa, se corresponde ou não aos fatos. Só interessa saber qual “esquema de poder” ela defende, e só há dois esquemas de poder: o dos “opressores” e o dos “oprimidos” – mais ou menos os mesmos que Karl Marx chamava de “burgueses” e “proletários”.

A pretensão de julgar as ideias pela sua veracidade ou falsidade é ela mesma um “esquema de poder” a serviço dos “opressores”. Verdade e falsidade nem mesmo existem: o filósofo deve esquecer essas noções e escolher sempre aquilo que aumente o poder dos “oprimidos”.

É óbvio que, como toda negação da verdade, essa tem a pretensão de ser ela própria uma verdade, caindo assim num raciocínio circular que, no fundo, acaba não dizendo nada.
Mas uma coisa é inegável. Embora a verdade não existisse, Foucault acreditava que sua teoria era verdadeira. Os longos estudos que ele consagrou ao sistema penitenciário, à instituição dos hospícios e à história da sexualidade mostram um sério esforço de provar com fatos e documentos – muitos deles ficcionais, infelizmente — a correspondência entre as ideias e os grupos de interesse que elas, no seu entender, representavam.

E é aí que entra o fenômeno caracteristicamente brasileiro a que aludi acima. Seja nas suas aulas, seja em seus pronunciamentos políticos, seja em artigos de mídia, o intelectual típico da esquerda brasileira atual – digamos, um Valter Pomar ou um Tarso Genro — aplica a teoria de Foucault de uma maneira sui generis, que ao próprio Foucault surpreenderia: ao acusar um autor ou opinador de falar em nome de um determinado “esquema de poder”, ou seja, de um grupo social empenhado na defesa de certos interesses, o referido personagem se dispensa de perguntar: (a) se esse grupo existe; (b) se o acusado pertence a ele ou compartilha de seus interesses.

A redução das ideias a expressões de um “esquema de poder” passa a valer por si como prova cabal da sua malignidade, independentemente de qualquer base sociológica real.
Se o que você diz diverge daquilo que o intelectual esquerdista deseja ouvir, ele simplesmente o cataloga num grupo social inexistente, ou alheio ao ponto em discussão, e está feito o serviço.

A veracidade ou falsidade do que você disse são postas fora de questão, não mediante a filiação da sua ideia ao grupo social a que você pertence, mas mediante a associação dela a algum grupo a que você não pertence ou que nem mesmo existe.

Foi exatamente assim que, fazendo eco a uma infinidade de intelectuais esquerdistas que não nos sonegaram suas opiniões sobre os últimos acontecimentos, o autor do Caderno de Teses do V Congresso do PT, ao ver na rua uma multidão inumerável de enfezados brasileiros antipetistas de todas as classes, idades e raças, sem uma liderança definida e sem qualquer apoio da mídia, dos partidos ou de qualquer organização empresarial, concluiu que tudo era uma manobra da “classe dominante” encabeçada, porca miséria!, pela Rede Globo, a qual, precisamente, fazia tudo para minimizar a importância dos protestos e achincalhá-los de maneira não muito velada.

Amputada de suas pretensões sociológicas por mais mínimas e evanescentes que fossem, a teoria de Foucault tornou-se uma técnica de xingar qualquer um de qualquer coisa e depois ir dormir com a consciência tranquila de haver desmascarado um temível “esquema de poder”.

Do fingimento histérico, a esquerda nacional evoluiu para a fabulação psicótica.

*Confira mais textos no site do autor.

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